Sala de Estar

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Sala de Estar

Mensagem por Alexander Kauffman em Sab Dez 06, 2014 1:47 pm




"Sala de Estar"
A sala de estar já um pouco mais modernizada vem revestida por quatro espelhos na parede com molduras de prata em seu contorno, 4 sofás de quatro lugares em tom amarronzado, 2 poltronas, 2 mesas de centro, dois vasos de plantas, uma em cada lado da entrada da sala, um carpete felpudo no chão em tom mesclado de bege claro e marrom, uma televisão de 62 polegadas na parede e luminárias de led no teto dentre outras coisas que enfeitam o ambiente.



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Re: Sala de Estar

Mensagem por Jackson Kenner em Sex Dez 12, 2014 5:15 pm


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Eu realmente estava derretendo dentro daquelas roupas, mas em minha mala todas as demais se pareciam com as que eu estava trajando, Lenny se mostrou um tanto educado ou deixar-me entrar e sua casa. O vento gelado dez minha pele arrepiar, eu amava o frio. Primeiro fiquei sem graça de me sentar em um dos enormes sofás que tinham no lugar e fiquei me perguntando quem mais iria aparecer pra mim antes de meu pai. Por fim, resolvi sentar, mas antes coloquei a mala em fora do caminho.

Quando sentei, foi como se uma campainha invisível tocasse, pois logo duas empregadas apareceram diante de mim. Me assustei é claro, mas logo elas disseram que Lenny havia pedido para que me perguntassem o que eu desejaria comer. - Eu desejo um copo de suco de laranja com morango e um sanduíche natural.  - Não queria dar trabalho, por isso pedi algo simples. Elas me deixaram sozinho na sala, mas enquanto conversavam escutei o que uma delas disse: Meu menino Jesus, como ele parece o senhor Mark.

Engoli em seco, sabia que Mark Roach Slaint era meu avó, mas não fazia ideia de como ele era. Fiquei perdido em meus pensamentos por um tempo, ate que as boas senhoras que serviam a casa de meus familiares me trouxeram meu lanche. Educadamente provei do suco e do sanduíche, estavam realmente deliciosos. Terminei de comê-los e tentei levar os pratos ate a cozinha, entretanto as empregas não deixaram e o levaram. Não estava acostumado a essa mordomia, em minha casa eramos apenas eu e minha mãe, e por mais que tivéssemos dinheiro nunca houve um empregado.

Depois do que se pareceu alguns minutos olhei as fotos na parede, todos eram belos, e em sua maioria loiros. Apenas Lenny e outro rapaz e uma garota que não. Mas mesmo assim, Lenny tinha o cabelo mais claro. Me perguntei quem eram todos eles, e me assustei ao ver um par de gêmeos, eu tinha uma foto de meu pai, mas não sabia que ele era gêmeo. Ele e seu irmão estavam na mesma piscina que a foto que eu tinha, só que na minha Alex estava com minha mãe ao seu lado. Eles pareciam felizes.

Senti os olhos arderem e as lágrimas rolarem, lembrar de minha mãe era ruim. Não fazia um mês de sua morte, e eu tinha a sensação que minha vida estava acabada para sempre, porque eu tão novo fui perder a pessoa mais importante na minha vida. Fui tirado de meus devaneios quando a voz de um homem chegou aos meus ouvidos. Virei-me para vê-lo, não sabia se era Alex ou o gêmeo. - O senhor é Alex Slaint? - Perguntei educadamente ainda mantando a distância do homem.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Derek Parker em Sab Dez 13, 2014 9:44 am


Come back to past!
Desceu as escadas calmamente, pensava em quem poderia ser a pessoa que estava o aguardando, não havia chamado ninguém, não tinha compromissos, tudo estava as ordens sem ter que se esperar surpresas como estas, mas lembrou que poderia ser o entregador dos ternos de gala, só que saberia que os empregados pegariam, coisas estavam mal contadas e Lenny como sempre fazia seu papel de avisar e sair sem dar satisfações sobre tal assunto pendente.
Tinha coisas para finalizar para a surpresa de Mikhael então teria que ser breve com quem quer que esteja o aguardando, pisava no hall passando direto por ele e chegando a sala, olhou para os lados não vendo ninguém até que se deparou com uma criança olhando os quadros de fotos da família, se aproximou mais um pouco e pigarreou:
- Posso ajudar? - parei a uma certa distância não muito longa da criança que quando se virou deu um choque de leve no maior, parecia seu pai e tinha traços também do mesmo, já havia visto fotos quando menor e parecia que estava vendo seu "eu" passado ali de frente.

O senhor é Alex Slaint? - perguntou o pequeno que logo teve uma resposta rápida.
- Sim, sou eu... Eu lhe conheço? É filho de algum tio meu? - se colocou a cruzar os braços tentando puxar a imagem de alguma criança recente na família. Seus tios não tinham filhos, se tivessem então os teriam esquecidos ou acobertados sobre o surgimento de algum e que agora estava diante do maior, mas era difícil isso acontecer, sabia que os dois irmãos de seu pai jamais dariam a chance de serem pais, pelo que conhecem deles.
- Mas então, em que posso te ajudar, pequeno..? - se sentou no sofá o encarando agora no mesmo nível esperando ele dar seu nome.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Jackson Kenner em Sab Dez 13, 2014 1:24 pm


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Parei um pouco, olhando para o homem a minha frente, meu coração estava disparado. Meu pai finalmente estava diante de mim, ele era bonito, alto e forte, sua voz grossa me deu um pouco de medo, mas o engraçado que mesmo que eu nunca a tivesse escutado eu sabia como ela era. Dei uns passos a frente, me perguntando se eu seria assim quando crescesse. Havia tanta coisa na minha vida para eu fazer, mas nunca havia pensando em como eu seria fisicamente. Balancei a cabeça, saindo de meus devaneios e respirei fundo.

Tenho um assunto a tratar com o senhor, Sr. Slaint. - Disse calmamente, não poderia deixar as emoções me dominarem, mas eu sabia que em breve perderia a luta que ocorria dentro de mim. - Me chamo, Nathaniel Mulder Slaint.  - Eu sei que falei rápido demais, mas não tinha como não dizer. - Sou filho de Nichole Mulder, com o senhor.  - Dizer o nome de minha mãe a gota no fim do posso, eu não possuía mais forças para conter as lágrimas que vieram torrencialmente.

Caminhei ate ele e o entreguei a carta, dobrada ao meio e com algumas manchas de lágrimas. - Era o desejo de minha mãe que eu ficasse com minha família após sua morte.  - Disse para meu pai, contei toda a história dos últimos meses, minha mãe adoeceu e passamos muito tempo no hospital, mas ela não resistiu a doença e acabou falecendo. - Mas antes de morrer ela deixou me deixou a carta, nessa carta explica tudo sobre o que aconteceu, após seu namoro com ela.

Meu corpo estava cansado da viagem, minha mente estava cansada emocionalmente, não consegui conter as pernas quando caí. Não chegou a ser um desmaio, apenas uma fraqueza momentânea. Quando abri os olhos estava deitado no sofá, com Alex ao meu lado. O terno havia sido retirado, e eu estava apenas com a blusa de maga cumprida. - Desculpe-me por lhe dar esse trabalho.  - Minha voz saiu fraca, mas eu não liguei para aquilo. Naquela hora eu estava sendo a criança que deveria ser, eu precisava de meu pai comigo.

Levantei-me, porém não fiquei de pé, continuei sentado no sofá. - O senhor leu a carta?  - Perguntei, havia um nó em minha garganta, com eu queria ter poder para desfazê-lo. Eu não sabia mais o que dizer, havia tanto para perguntar, e eu sabia que haveria muito para responder. Mas eu queria apenas abraçar o bruxo e escutá-lo dizer que tudo ficaria bem, porém eu também tinha medo, medo de não ser bem recebido pelo homem, que pelo visto nem sabia de minha existência.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Derek Parker em Sab Dez 13, 2014 5:42 pm


Come back to past!
Eu o observei, fiquei intrigado sim pelo fato do outro se parecer muito comigo quando criança, mas também lembrava meu pai, senti um aperto de leve dentro de mim, mas nada que talvez fosse me deixar desnorteado.
As palavras do garoto de início me pareciam realmente ter saído dos lábios de meu pai, toda a formalidade do pequeno era algo raro de se encontrar em pessoas com idade assim, a não ser que ela tenha sido criada como um verdadeiro cavalheiro, o que me lembrava muito um fato de nossa família, tirando os mais novos, eu e Mikhael sabemos nos comportar como perfeitos cavalheiros.
- Por favor, me chame de Alex, não precisa ser tão formal, não por agora... - continuei a observar o menino que então se apresentou com o nome dele.
- Slaint? - franzi o cenho, então uma de minhas afirmações estava certa, ele era da família, mas puxado para quem? - Como assim?
Me levantei indo a sua direção e colocando um de meus joelhos ao chão enquanto ficava apoiado sobre a pena dobrada olhando mais sério para o garoto.
Sou filho de Nicholi Mulder, com o senhor.
Meus olhos se arregalaram, levemente, meu coração no mesmo instante quase parou, tudo pareceu começar a levitar e o que me fazia ficar firme no chão era olhar nos olhos do menino e ver nele o meu reflexo quando jovem.
- Nichole... - sussurrei o nome da garota que namorou comigo faz doze anos atrás e me lembrei quando ela terminou comigo de uma hora para outra nunca mais querendo me ver.
- Não... não acredito... - estava em choque sem saber o que fazer ou o que falar.

Uma carta fora entregue a mim, peguei o pedaço de papel dobrado e com algumas manchas de lágrimas e olhei para o loiro engolindo a seco, abri rapidamente o pedaço de papel e comecei a ler suas palavras escritas deixando a verdade bem a minha frente.
Ora olhava para o garoto, ora para a carta, ouvia ele me informar algumas coisas enquanto eu lia a carta que também dizia a mesma coisa de forma mais direta, levantei meus olhos encarando o nada, minha respiração estava ofegante e então me levantei passando a mão no meu rosto que começava a suar frio. Coloquei a mão na cintura e então quando vi o menino estava cambaleando e prestes a desmaiar, rapidamente me aproximei dele e o peguei em meus braços olhando para ele e sentindo meus olhos arderem, eu tinha um filho...

No tempo em que ele ficou desacordado meus pensamentos sobre o passado voltavam, conheci Nichole em uma de minhas saídas, era uma ótima garota, de família pobre, ela tinha sonhos de poder se casar com alguém e querer ter filhos, eu particularmente naquela época não queria saber de ter família ou de me firmar em alguém, mas eu gostava de estar com ela, loira e de olhos castanhos claros, tivemos apenas duas noites que foram maravilhosas e em uma delas não estava prevenido como deveria, eu era jovem e só queria saber de curtir, misteriosamente ela me ligou pedindo para nunca mais procurá-la, tentei de todas as formas saber o motivo, mesmo apresentando ela para meus pais uma semana antes do nosso término, muitas coisas mudaram e então soube que ela havia se mudado para o Alaska, mas apenas isso.
Olhei para o garoto desacordado e abaixei a cabeça, ele era meu filho, os anos contavam certo, vi sua identidade na bolsa e o nome registrado, ela havia posto o meu sobrenome no menino, mesmo depois de tempos ela ainda queria que eu soubesse que tinha um filho.

Nathaniel acordou, tinha tirado suas roupas mais pesadas e deixei ele mais a vontade, estava sentado esperando ele acordar, me coloquei ao seu lado vendo ele se sentar e fiquei de frente a ele.
- Ora, por favor... Não precisa ficar sendo formal, não... - abaixei os olhos respirando fundo. - Não com seu próprio pai. - estava com medo, eu não sabia como reagir a aquilo tudo, aceitei ele sem suspeitar de nada, a energia Slaint corria nele e tudo se encaixava, minha mãe havia tramado aquilo para poder me proteger, mas acabou me afastando de minhas responsabilidades, uma lágrima caiu sobre minha face. - Meu filho...
Abri meus braços e abracei o menino com ternura, com acolhimento, pensei no quanto perdi com ele, com tudo, senti naquela época que algo estava errado, mas vi que não, eu iria ter um filho e não iria saber como cuidar dele, mas Nichole soube, sua pessoa maravilhosa mais uma vez entrava em ação, os cuidados, a forma que ele fora educado, ela soube muito lhe dar com a situação sozinha enquanto eu ficava perdido em meu mundo de riqueza e egoísmo...
- Li a carta mil vezes, mas só bastou uma... - me afastei olhando para os olhos do garoto sorrindo e emocionado. - Para ter certeza de que você é alguém especial.
Voltei a abraçá-lo e ficar em meus braços como algo valioso, como um tesouro único.
- Tudo vai ficar bem agora... Meu filho.
O abracei mais forte e deixei as lágrimas caírem.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Jackson Kenner em Sab Dez 13, 2014 6:34 pm


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Será que agora tudo daria certo? Senti o abraço de Alex em mim, não pude conter as lágrimas, e não lutei para mantê-las longe. Chorei pelo que pareceu ser horas, meu corpo tremia junto aos soluços. Eu não sabia como chamá-lo, eu não sabia agir, quem seriam as outras pessoas naquela casa, que agora eu pertenceria. - Acho que teremos, muitas coisas para conversar. - Disse, quando finalmente as lágrimas haviam secado. Foram anos perdidos, tanto para mim, quanto para ele, não seriam horas que iriamos nos conhecer, mas deveríamos começar.

Fiquei calado uns instantes, pensando no que contaria ao meu pai primeiro. Então comecei por coisas simples, dizendo que gostava dos números impares, que cinza era minha cor favorita, minha culinário preferida era a italiana, que não comia peixe, a não ser salmão cru em niguiris. Achei desnecessário dizer a idade, a essa altura ele já sabia. Disse gostava de usar ternos e que havia sido criado para ser um homem refinado e culto. Falei também que minha obra literária favorita era Dracula de Bran Stoker, que não suportava as adaptações do clássico.

Passamos um bom tempo em uma conversa amigável, gostei de contar a ele quem eu era e esperava que ele me respondesse da mesma forma, sentia que podia confiar nele, mas mesmo assim eu seria sempre o filho bastado. - Alex.., Pai... Não sei como lhe chamar. O senhor é casado?  - Eu precisava saber se possuía irmãos, se sim eu teria também que explicar a eles, que não lhe roubaria o pai. - Eu tenho irmãos? E essas pessoas nas fotos, são todos meus tios?  - Eram muitas perguntas eu sei, mas foram doze anos de uma vida não vivida.

Lenny, me pareceu bem legal, mesmo com a falta de requinte. - Falei enquanto mexia nos dedos, estava falando de alguém da família dele, não minha. Bem era minha agora. Então Alex começou a contar sobre as perguntas, sobre quem era, e o que fizera durante a vida. É claro que eu sei que ele omitiu algumas coisas, ninguém nunca fala tudo de si mesmo, muito menos para um filho recém-descoberto. Então ele  me disse que haveria um casamento, para um de meus tios e que eu deveria me arrumar. Conversarmos mais um pouco e ele me levou ate um dos quartos onde eu poderia me aprontar. Segui para o banho, com a certeza que pelo menos um pai tinha.

ENCERRADO
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Derek Parker em Sab Jan 03, 2015 10:35 pm


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Meus olhos estavam inchados, tanto eu quanto ele estávamos em prantos por termos nos descobertos, um filho, sempre quis poder ter um filho e por mais que demorasse esperaria minha esposa estar pronta, mas agora eu tinha um filho e o trataria como um tesouro único. Nos afastamos e então pude observá-lo novamente, acariciei sua face enquanto ele falava algo:
- Com certeza, meu filho... - dei uma risada não acreditando ainda no que havia acabado de falar, mas então começamos o nosso breve papo,  que foi resumido em gostos e desgostos, pude ir observando o quanto ele fora bem criado, o dinheiro que minha mãe havia dado pelo menos fora bem usado, mas sempre soube que Nichole era uma boa menina e que eu havia destruído sua vida, mesmo assim ela segurou a punho de ferro toda a situação.

Tudo que ele havia dito eu havia absorvido sem erro, as vestes realmente eram de ótimas marcas, o que me lembrava meu pai, achei aquilo irônico. Só me mostrou o quanto ele foi educado por boas índoles de etiqueta, então era chegado a minha vez e não exitei em falar que gostava de cor clara, de gastronomia também italiana, que também não comia peixe e que o salmão era o único que não estava riscado da lista. Gostava pouco de ler, que tinha gostos por coisas musicais, Vivaldi era meu músico preferido e que puxava isto de seu avô, meu pai, sempre fui amante de obras de arte e que a história de Da Vinci me fascinava, que viajei por vários lugares e que também tive meus momentos de rebeldia quando novo. O papo foi gostoso demais o que me deu mais vontade de tê-lo por perto de mim, assim fomos nos conhecendo.

- Por favor, sou seu pai, então... Me chame de pai e eu lhe chamo de filho, assim podemos ter um acordo... - ele assentiu com a cabeça prosseguindo.
A questão logo foi respondida sem delongas:
- Sim, sou casado e sua nova mãe é um amor de pessoa, sei que irá gostar dela. - levei minha mão a cabeça dele acariciando seus cabelos lisos e loiros, com ternura de um amor de pai e filho.
- Então... Não tem irmão, ainda, mas futuramente terá... Quanto as fotos. - olhei para elas apontando cada um os apresentando.  - Aquele é Mikhael, o de cabelos escuros. Aquele é Frederick, meu irmão gêmeo... - olhei para ele falando de forma brincalhona. -... lógico que seu pai é mais melhorado que ele. - Ri. - Aquele é Lenny, o que te atendeu e tem a sua tia, Emily. - ouvi o comentário sobre o irmão mais novo vindo do menor e abri um sorriso achando graça de sua visão do tio.
- Você irá se acostumar com ele. Se você gosta de pessoas de requinte, tem seu avô, irá se identificar com ele. - nos levantamos e então o levei para apresentar o resto dos cômodos da mansão indo até então em um dos quartos de hóspedes, sabendo já que ele não ficará lá por muito tempo até construir um quarto próprio para o garoto.

ENCERRADO
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Narrador em Sab Jan 17, 2015 5:17 pm




encerramento

Todos os posts em relação a esse dia será desconsiderado.





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Re: Sala de Estar

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